Ele só queria ter sido Diana Ross_marcelo amm

Eu me lembro de ele ter  querido cantar como Diana Ross, também, dele  ter acreditado que não morreria. Não sei onde falei sobre a cor ou negação dela ou dos traços africanos. Não sei se entendí que uma criança usada sexualmente pelo pai tenha o direito de ser várias coisas ou o direito de  ter convertido todo o seu potencial em arte e  boa. Aprender a dançar com James Brown e fazer melhor do que o mestre é genialidade. Sei que falei mal algumas vezes, pior ainda, pensei mal, mas na redenção dancei muito o que ele cantou várias vezes

 

"Americanos pobres na noite da Louisiana. Turistas ingleses assaltados em Copacabana
Os pivetes ainda pensam que eles eram americanos.

Turistas espanhóis presos no Aterro do Flamengo, por engano.
Americanos ricos já não passeiam por Havana
Veados americanos trazem o vírus da AIDS para o Rio no carnaval.
Veados organizados de São Francisco conseguem controlar a propagação do mal.
Só um genocida potencial - de batina, de gravata ou de avental - pode fingir que não vê que os veados
- tendo sido o grupo-vítima preferencial -  estão na situação de liderar o movimento  para deter a disseminação do HIV.
Americanos são muito estatísticos têm gestos nítidos e sorrisos límpidos olhos de brilho penetrante que vão fundo no que olham, mas não no próprio fundo. Os americanos representam boa parte da alegria existente neste mundo.


Para os americanos branco é branco, preto é preto (E a mulata não é a tal)
Bicha é bicha, macho é macho, mulher é mulher e dinheiro é dinheiro. E assim ganham-se, barganham-se, perdem-se, concedem-se, conquistam-se direitos enquanto aqui embaixo a indefinição é o regime
E dançamos com uma graça cujo segredo nem eu mesmo sei entre a delícia e a desgraça; entre o monstruoso e o sublime.

 
Americanos não são americanos são velhos homens humanos chegando, passando, atravessando.
São tipicamente americanos. Americanos sentem que algo se perdeu, algo se quebrou, está se quebrando.
[Caetano Veloso]

 

 

If you're thinkin' about my baby
It dont matter if you're black or white

If you're thinkin' of
Being my baby

It dont matter if you're black or white [ Michael Jackson

 

Escrito por marcelo amm às 13h19
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Para belos Dias de São Pedro_marcelo amm

Dia destes Luma lançou um desafio no Blog com o Selo  Chá de Carqueja uma proposta do repensamento do que é veiculado pelos blogs, foco, evolução etc e tal - o texto que publiquei anteriormente Palavra Digitada fiquei devendo essa citação...Uma gaucha - Beti Timm que adora dizer "eu te amo" me presenteou com o Selo Jovens que pensam e eu fiquei muito agradecido. Como na maioria das vezes o selo fica á disposição de quem quiser seguir copiando - o.

Na frente da casa passava uma linha de trem antes da estação da R.F.F.S.A, o Leste Brasileiro. Antes da estação de Candeias estavam á esquerda Ponta da Lage e Salvador e em frente após á estação Santo Amaro da Purificação (BA) e o Trem Monte Azul seguia vindo de Serra Talhada (Pe) para Montes Claros  nas Minas Gerais.

 

Nas reformas das linhas o dormente ( pedaços de madeiras cortados em toras grandes e quadradas que são usados para separar os trilhos da terra e o rejunte era de cascalhos e britas) eram substituídos por novos para alegria geral da garotada, pois, estes eram guardados para as fogueiras dos festejos juninos.

 

Algumas pessoas faziam fogueiras para Santo Antonio, São João, São Pedro e São Jerônimo. Maria Patrícia – uma moça velha – diz –se da mulher de idade avançada ainda virgem e solteira – tinha 70 anos, vendia mingau de tapioca, mungunzá, bolos todas ás manhãs da estação ferroviária; sofria do coração e fazia doces bolinhos de arroz que eram dignos de serem comidos e tocar com as mãos o céu para agradecer.

 

Foi ela quem me falou sobre São Pedro que era referendado por viúvas e por isso ela fazia fogueira. Sempre gostei de conversar com pessoas mais velhas e guardei as informações nos meus arquivos mentais.

 

Pedro é farto protetor dos pescadores e o grande anfitrião celestial. Bem hoje é dia de Pedro e dia de fogueira, dia de deixar o coração aquecido com muito amor!   

 

Um pouco do nordeste intertextualizado vejam no clip abaixo!

Escrito por marcelo amm às 19h38
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Palavra Digitada_marcelo amm

Foto: Google

Fad in...

 

   

A Litératura muderna é atuante e se você quer isso pra sua vida embarque, mas antes passe numa banca de jornal e leia a manchete mais sórdida, leia a bula de um remédio vulgar qualquer; leia um bom livro ou um livro medíocre com o rádio ligado bem alto,  rádio mesmo! Porque ele flui e toca o inusitado*.Ligue a tevê assistindo a tudo: Beija Sapo, Ponto P, BBB, uma boa novela mexicana ou a soap rap Malhação. Por favor, não use rédfone porque além da música, ouça o canto dos pássaros, o bife fritando na cozinha, o som da água que escorre no banheiro – pense nas pessoas que você só imagina sem roupas e se puder masturbe – se ou foda – se é a mesma coisa.

 

Ponha o seu liquido preferido em uma taça transparente,  gelo, limão e veja o que acontece. Só assim, comece a escrever. Se for escrever na rua deixe Deus dentro de casa. Se for escrever em casa mantenha sedado o diabo no corpo. Não tenha religião. Seja o que você não é, mas não se esqueça de ser mulher, homem, puta; uma prostituta daquelas bem rameiras que trepam por um real; seja viado ladrão, drogado; leia aquele Jornal da Igreja Universal dilua-o em água, acrescente um sonrisal e beba, beba essa porra antes que acabe a efevercência.

 

 

Se todos estiverem no verão, vá para o inverno evitando escrever o que seja noticia ou o que seja moda, mas não deixe que as outras pessoas descubram isto.

 

Mande o seu pai para a cadeia, tranque a sua mãe no quarto, acredite que a sua irmã foda com Deus e o Mundo inteiro, denuncie o seu irmão por uso de drogas. Assista a vários filmes “bês”, tome sonífero pra acordar cheirando fumaça e óleo diesel. Faça doações de casacos no inverno e não esqueça de chamar a imprensa.

 

Crie escândalos falsos, invente matérias em jornais estrangeiros e procure se lembrar de toda aquela turma de colégio - uma daquelas pessoas, no mínimo, deve ter se tornado jornalista...contacte – a diga que há tempos a procura e consiga com que ela lhe entreviste e não esqueça de pedir que ela cite de ter ficado sabendo do seu talento através de um escritor famoso...cuidado para não citar alguém que já tenha morrido. Hemingway, Orson Wells, Jorge Amado – estão proibidos, mas Veríssimo, Castro Alves, Cruz e Sousa,  Gabriel Garcia Marques, João Ubaldo "Carneiro", Lygia Fagundes Telles podem.

 

Se quiser escrever, escreva o novo – seja jovem sem que isso signifique ter 18 aninhos de idade ou cinquentões, pois existem velhos, idosos, quase mortos, rançosos, reacionários de 21 aninhos de idade e jovens alucinadissimos, conectados de apenas 80 anos de idade -  na flor da idade -  casca grossas mandando bem pacas pra geral.

 

Escreva enquanto estiver na cama, mantenha próximo um exemplar de jornal que não precisa ser necessariamente daquele dia; um dicionário grande; halls cereja, uma caneta bic cristal sobressalente e uma revista qualquer: Vogue, Muito, Viva, Contigo. Leia o Clarin on line, deixe o Evangelho aberto na página que você leu pela manhã, olhe para os trigos no vaso, mantenha o telefone móvel no vibra call bem próximo – de cansaço durma em meio a tudo isto e acorde se sentindo um pedaço de fruta numa taça over ocupada por outros pedaços – aquela uva frou-frou, aquela acidez da maçã, aquele mamão melado e aquela melancia aguada sem contar o bagaço da laranja.

 

Não esqueça de acender um incenso de jasmim, colher uma flor do seu jardim e no canto esquerdo um lembrete: Vamos comece abra o Word no inicio escreva fad in e no final alem de deixar um beijo, fad out.

Foto: Google

Escrito por marcelo amm às 20h51
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Era verde da cor do Cerrado coitado! - marcelo amm

 

Hoje, eu  quis dar um google em minha vida e lá fui buscar fotos que expressassem o meu objetivo. Hoje amanheceu chovendo, adoro isso! Os pardais urbanos que moram no pequeno arbusto em frente de minha casa se escondendo embaixo das folhas, enquanto,  um(a) deles(as) que é bem gordinho (a) me olha todos os dias e eu digo filho (a) bom dia prá você... - tenho a impressão que seja femea porque ela traz gravetos no bico talvez esteja fazendo um ninho, vou amar ver está arquitetura sendo instalada bem pertinho de mim -  tenho uma relação tão bacana com os ninhos, mas isto cabe numa oportunidade posterior. Pensei em tudo que está acontecendo á minha volta, a minha casa é simples, mas eu posso fechar a porta, esquentar a água e fazer um café, tenho água fresca ou gelada e tambem um lugar para as necessidades básicas fusiológicas e o banho tépido. Veio á mente a depredação que vem ocorrendo com o restinho de Mata Atlantica que temos e a agressão ao Ecosistema soteropolitano. Esta área quase que totalmente está situada no bairro onde moro - Cajazeiras - um conjunto habitacional e tambem na Av. Paralela; nos Bairros de Patamares, Jd das Margaridas, São Cristovão do Aeroporto, Mussurunga e Estrada Velha do Aeroporto. Nos últimos anos a depredação tem reinado por aqui, principalmente, na Av Paralela e com isto além da M. Atlantica a vegetação do Cerrado tem ido junta - as flores, os arbustos retorcidos, os frutos de cores vivas. Olhem as caras dos Patrocinadores:     

Paralela Shopping - Salvador

Prefeito João Henrique

Governador Jacques Wagner

Alphaville Salvador

 

 

Capim - Djavan

 

Capim do vale, vara de goiabeira
Na beira do rio, paro para me benzer
Mãe d'agua sai um pouquinho, desse seu leito ninho
Que eu tenho um carinho para lhe fazer


Pinheiros do Paraná
Que bom tê-los
Como areia no mar
Mangas do Pará
Pitombeiras da
Borborema, a ema
Gemeu no tronco do Juremá
Cacique perdeu mas lutou que eu vi
Jari nao é Deus mas acham que sim
Que fim levou o amor?
Plantei um pé de fulô, deu capim

 

 

Escrito por marcelo amm às 11h00
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Era de Áquario e Peixes embrulhados no papel_ marcelo amm

Quando eu fui ao céu, deus se chamava Fernando, Dom Bosco tinha vitrais azuis num céu particular e a catedral um colorido céu. Pra descer do céu deus Fernando parecia um pavão emproado – peito pra fora e barriga pra dentro. Pra descer deus Fernando usava uma rampa, mas eu olhei pouco pra deus porque  a mulher que passou perto de mim usando tailleur cinza, scarpin e meia calça era muito mais gostosa do que deus.

 

Na cidade de deus, portanto, paraíso de fato as ruas são limpas, as pistas são de alta velocidade e para que ninguém morra na contramão atrapalhando o tráfego, há uns subterrâneos por onde os pedestres atravessam de um lado a outro. Uma coisa é certa grosseria! -  já percebida pelos guias do Memorial Jk – umas mulheres altamente grossas e impessoais! – as vias de esgoto da cidade tem um diâmetro de 2.0 metros -  joguei a má-educação  no esgoto porque a cidade é linda.

  

Na capital do meu País eu não sou brasileiro porque naquela cidade de sotaque estranho, prá se ter um emprego é preciso estar  residindo fixo por lá uns dois anos minimos; sou nordestino e a rodoviária que me é permitida usar é ruim onde eu só encontro bichos semelhantes a mim no sotaque e na fisionomia – algo como os portugueses denominavam “mulatos” filhos de brancos portugueses e negras escravas.

 

No paraíso do Planalto Central não pode haver favelas -  o governo constrói conjuntos habitacionais para que elas inexistam – os garotos e garotas moradores do setor das mansões, fecham as ruas, contratam bandas do axé para um carnavalzinho particular, enquanto de jet ski deus Fernando surfa no Lago Paranoá, mas tá tão down, down down hight society down, down!

 

Down em mim, dá pra sacar o  porquê das enchentes terem dilacerado a capital baiana – porque o povo é preguiçoso, porque joga lixo nas ruas interrompendo o livre escoamento, porque não há política de urbanização na cidade, porque o saneamento básico é inexistente e deus Fernando acredita que por sermos marítimos saibamos nadar a favor da maré numa prancha tipo sonrisal feita com a porta daquela casa que acabou de desmoronar pró maré molência, porque deus Fernando mora lá no Planalto Central e aqui o povo é preguiçoso, porque  o povo em fevereiro – para  alegria do patrocínio mexe a bundinha pra cá, mexe a bundinha pra lá diante da tevê segurando um cartaz  “ mãe eu tô na band” ou “ filma eu” – me filma um caralho, sou nordestino porra e quero o meu crachá!   

  

Fotos gentilmente cedidas por Google! 

Escrito por marcelo amm às 19h53
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Divulgações

Coisas que os outros bloggers amigos andam fazendo!

 

Gisele aqui           

 

Vinicius está com a sua Banda Garagem 69 no Faustão veja como votar aqui

 

E Grace Olsson publicou o Livro:

Crianças refugiadas em Moçambique: Um Drama na África  aqui

Enfim frequentem - se e divirtam se!

 

Escrito por marcelo amm às 22h15
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Bernardo e Bianca_marcelo amm

Como é possível que de uma nuvem tão escura se veja o sol, trilhas e risos num quase céu denso?

Queria ser feliz desde os 15 quando conheceu o céu.  O céu: 1m80, 19 anos, aquelas pernas, aqueles braços e aquele abdômen. Um olhar barra pesada de sobrancelhas que derrapavam, propositalmente, para um motel vagabundo, passando por matas, rasgando avenidas como a máquina ponteia uma velha roupa colorida rasgada pelas farpas impiedosas do arame. Conduzida por um adolescente péssimo motociclista, uma garota [odiava ser chamada de garota] uma mulher ou quase uma mulher em formação que sustentava nos seios uma camiseta branca, bem sacana, daquelas que mostram aquele trecho entre o final da coluna e os dois ossinhos da lateral da cintura onde sustenta o jeans délavé,  também a saia ou também o short jeans – índigo blue jeans. Uma das  mãos dele movimenta suave ascendente a partir do joelho – o suficiente para lhe permitir acesso ao caminho – aquela boca e como ela joga o cabelo pra trás e no umbigo, misericórdia, tem de piedade – piercing com strass.

 Nunca mais se viram... 15 anos depois se   reencontraram por acaso num Shopping, na Praça de Conveniência, na esquina da Colcci. Ela sacou quando ele escondeu a aliança no bolso e a forma como prolongou a conversa sem que pronunciasse uma vez sequer o seu nome.

- Vou lhe poupar o desconcerto de não lembrar o meu nome, desde aquele dia ainda me chamo Bianca.

- Eu continuo Bernardo.

- Sei lembro! – um dia vi você passando no ônibus e mandei um torpedo!

- O que tinha escrito?

- Adorei o seu cabelo. É novo?

- Ah quando eu cortei o cabelo, mas meu celular foi roubado.

- Não nos falamos mais.

-Como Bernardo? – como?

Bianca queria ser feliz aos 30 quando percebeu que era quase céu azul,  mas era nublado e aquelas sobrancelhas agora derrapavam para a outra, a aventura, a amante, a traidora. E, ela disse: não.

Bernardo sumiu ali na esquina onde por trás da Dress To há uma saída para o estacionamento.

Bianca, 30 anos, alguns dias e minutos está a 60 minutos usando um vestido branco de comprimento até os joelhos, uma bolsa vermelha e sandálias rosas com saltos. O único movimento que faz é levar á boca um bombom de chocolate e deixar o papel cair á sua volta. Era céu azul lá fora, mas as estrelas partiram e restaram, apenas, suas embalagens desordenadas no chão orientadas pelo ar que os outros passos produziam e desorientados seguiam vagos como o olhar que um dia pareceu paraíso.   

fotos:google

Escrito por marcelo amm às 10h21
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quem é o Senador Azeredo e o que ele quer? - marcelo amm

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por marcelo amm às 21h34
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Feliz Dia das Mães_marcelo amm

Bem, fui á uma palestra, nesta semana, cujo palestrante, James, contou sobre a criação do Dia das Mães. Anna Jarvis queria apenas que este dia fosse reconhecido e era também pedido que os filhos presenteassem suas mães com um cravo branco em sinal de gratidão e amor. Ela repudiava os cartões impressos – achava que isto era muito pequeno em relação ao amor que uma mãe tem pelo filho. Enfim, Dia das Mães é um monte de coisas, vida, educação, inicio da formação do caráter de um ser humano ou a derrota total.

Chico e Boal pediram  que mirássemos no exemplo daquelas mulheres de Atenas. E, eu digo mirem-se no exemplo de Maria de Nazeré.

Feliz Dia das Mães!    

“Anna Maria Jarvis (1864, Webster, Virgínia - 24 de novembro de 1948, West Chester Pensilvânia) é reconhecida como idealizadora do Dia das Mães nos Estados Unidos.

A idéia surgiu a partir de um episódio ocorrido na vida pessoal de Jarvis, a morte da mãe em 1905. As amigas, muito preocupadas com seu estado depressivo depois do fato, fizeram uma festa para eternizar o dia. Anna quis que a celebração fosse estendida a todas as mães. Depois de lutar três anos para oficializar a data, finalmente, em 26 de abril de 1910, o governador da Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, acrescentou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Em pouco tempo outros estados norte-americanos aderiram à comemoração e com isso, em 1914, o presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson [1] formalizou a data em todo o território nacional.

[editar] Biografia

Anna Jarvis nasceu na pequena cidade de Webster no Condado de Taylor, na Virgínia do Oeste. Ela foi filha de Ann Maria Reeves Jarvis. A família mudou-se para perto de Grafton, também na Virgínia do Oeste, durante sua infância.

Em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, ela criou um memorial a sua mãe e iniciou um campanha para que o "Dia das Mães" fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo nacionalmente reconhecido em 1914. A Capela do Dia Internacional das Mães foi estabelecida em Grafton para comemorar sua vitória.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anna_Jarvis

Fotos: Google

Escrito por marcelo amm às 21h36
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Meu Explicito_marcelo amm

 

 

Pois é né? to me sentindo  da mesma forma quando eu fui me confessar ao Padre Reinaldo [ santo deus que padre chato] para a 1ª Comunhão, mas Mariposo – L  me incluiu no memê onde eu devo confessar coisas que eu já tenha feito então lá vai:

 

1 - Meu passatempo predileto na infância era estar armado com o meu revolver com tiros de espoletas e acionar o gatilho  na janela da   Dona Roberta – vizinha sexagenária que fazia renda de birros – eu adorava tira – la da concentração – e quando ela queixava – se á minha mãe eu jurava que ela era mentirosa, coroca e caduca – Deus me perdoe!

 

2 - Comi o extrato de tomates que estava guardado na lata dentro da geladeira pensando que fosse doce de araçá com coco  feito pela mãe e escondido para que eu não comesse – eu não sabia ler direto e se havia as letras “d” “o” pra já poderia ser um doce – moral da história não confessei que fui eu quem comeu o extrato e o  pior foi  ter que engolir aquele troço ruim porque eu não podia cuspir pra não dar bandeira.

 

3 - Não sacava o que era morto ou vivo, então quando eu acordava antes de todos em casa eu dizia: oba todo mundo morreu e só eu fiquei vivo...fazia um tremendo barulho pra testar a veracidade de minha suposição e acabava sempre no castigo...no quarto escuro com medo dos ratos....um horror!

 

4 - Brochei e fui corno no mesmo dia. Quando  morava na Foz do Iguaçu eu, Zé Carlos, Miro e Joel fomos para a zona, lá chamada de  “Pé Enchado”, antes, bebemos  - eu porque estava nervoso – não era a minha primeira investida  sexual e sim a primeira vez que ia á um inferninho – primeira e última, não voltei mais – a musica era animada – vaneirão um ritmo típico  - todas as mulheres se chamavam Andréia – senti tesão por várias até que fixei um olhar de mosca morta para uma das Andréias. Dancei tipo bate coxas e mela cueca e fomos pro quarto. Primeiro, era preciso pagar o acesso ao quarto para um travesti, dono do estabelecimento, dai obtinha – se a chave para o quarto. Andréia me fez um oral dos bons [sssss] e foi pro banheiro, tomamos banhos juntos, voltei pro quarto e ela ficou por lá tempos, tempos e eu ia entrando em pânico, com medo que houvesse alguém embaixo da cama ou que ela se saísse e alguém viesse me assaltar. Não relaxei, ela voltou retomamos os amassos mas eu não consegui me excitar novamente, brochei.... como havia bebido antes, dormi e acordei no outro dia sozinho e os meus amigos me gozando dizendo que a “ minha mulher” havia voltado para o salão e ido dormir em outro quarto com outro cliente. Tive que pagar a onda, senão, não sairia vivo de lá. Não curti a onda de ir a um puteiro mesmo que os Raimundos tenham dito que foi num puteiro em João Pessoa que eles descobriram que a vida é boa. That’s all folks! Por enquanto é só pessoal!

 

6 - Preciso indicar cinco blogs, no entanto, a seqüência não é obrigatória, quem quiser pode continuar:

 

 

Gisele

Beti

Dudu

Vinicius

Vanessa  

 

**

 

 Cuidado ocê que está se rindo d’eu. Vô pichar uma bendição sob ocê. Tomara que euando você escrever o seu livro de contos este seja um best seller. Trecho inspirado em Nérso Carneiro, o vampiro brasileiro de Chico Anysio.

Escrito por marcelo amm às 18h18
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Adormecida ela já é Bela imaginem só quando ela acordar_ marcelo amm

Quando eu vi o Livro “Contos de Grimm – A Bela Adormecida e Outras Histórias – dos Irmãos Grimm” achei de imediato que fosse bom. Vasculhei totens da Livraria Saraiva em busca de livros no formato pocket e de todos estes, A Bela... era o que melhor me arrebatava e me jogava em algum lugar sórdido ou vanguarda ou vintage - como se queira denominar algo que seja menos real do que vida real, mas que seja benfazejo e que ao final tenha beijo. Um outro seria Janis por ela mesma, mas li uns trechos e as citações eram ácidas ou lisérgicas e eu estou denso tanto quanto em busca de leveza ou ternura; um pouco de algodão doce e muitas maçãs. Eu os escolho -  os livros – ou eles é que me escolhem? – geralmente abrindo uma página aleatória e lendo-a e se me fizer bem, se me excitar os olhos, se me acariciar como uma roupa velha conhecida de minhas células então eu julgo que é um bom livro. Outros motivos são que já faz vinte e oito  dias que o meu aniversário, deste ano, já é passado e hoje é vinte e três de abril de dois mil e nove d.C, dia de Jorge, um cara bróder que enfrenta até dragões, um espírito muito elevado e do qual eu sou muito fã. Salve Jorge!  

 

“Um verdadeiro poeta é como um homem que se sente imensamente feliz onde quer que esteja, se lhe for permitido apreciar as folhas e a relva, observar o sol se levantar e se pôr. O falso poeta viaja ao estrangeiro e anseia por se exaltar com as montanhas da Suíça e os mares da Itália. Ele vai a estes lugares, mas permanece insatisfeito. Não é tão feliz como o homem que fica em casa e vê a macieira florescer na primavera e escuta os passarinhos cantarem em seus galhos.” – Jacob Grimm

Prá saber mais aqui

UOL Busca 

Escrito por marcelo amm às 17h01
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SP: Feira Moderna_Marcelo amm

“ Daquilo que eu ‘sabia’nem tudo me deu clareza, foi permitido ou proibido[...]cheirei, toquei, provei. Não quis fechar os olhos, nem tapar os ouvidos. Eu usei todos os sentidos e, é porisso que eu me sinto cada vez mais limpo”, ‘mais livre..Aprendi naquele momento a ver as luzes, eu que era acostumado a ver navios, aquelas ondas eram concretas e cheias de quadradinhos luzes, daquelas luzes que ficam em algum lugar e que cabe a alguém usar uma conexão física: ação+vontade+desejo de fazer a luz e far-se-á luz acionada por um dedo a um switch  - interruptor teclado para que ela passe a existir e a cidade ganhe perspectivas, detalhes.

 

Eu de um signo solar Áries, litoral do recôncavo baiano,  ascendente marginal Tietê e lua no MASP. Daqui de frente pro sol nunca me dei á devida atenção a essa luz que é  um artificio dos fogos de artifícios. As luzes vermelhas não eram do Bataclã de Jorge Amado dos Ilhéus onde caberia um puteiro, um pub, um inferninho masculino era um isqueiro de Osvald ou Mário acendendo um cigarro metalingüístico para Anita fazer a fumaça quente caminhar circular em busca de uma página do papel rasgado ou uma folha da bananeira customizada e quando acesa levasse noticias em sinais de fumaça para os meus: Tatuapé, Glicério, Cambuci; Anhaguera, Catanduva, Anhagabaú – Ôrra meu tô fumado mano, como pode um viaduto feito de chá?

 

O outono  me pareceu uma luva macia agradável, uma roupa biodegradável, agradável á pele daquelas mulheres  Brigittes Bardots e  Claudias Cardinales bunitas. E, eu que não sabia das cidades grandes em meus dedos, nas pontas dos dedos no ‘m’ das minhas mãos a linha do destino e a linha da vida habitavam o hemisfério inteiro. Do pouco céu, inferno e caralho á quatro do quarto via umas flores cujo nome eu não sabia, assim como, o outono era o meu inverno mais tórrido gelando minhas paredes pichadas de grafites modernos, engarrafamentos on, play, in, out: Ave – Maria Cheia de Graça. Tarsila do Amaral rogai por nós, nobres pecadores. Não deixeis Adoniran Barbosa perder o metrô prá Jaçanã em nome do Pai, em nome do Filho, em nome de São Paulo do Espírito Santo. Amém!!!

 

 

 

“Tua cor é o que eles olham, velha chaga
Teu sorriso é o que eles temem, medo, medo
Feira moderna, o convite sensual
Oh! telefonista, a palavra já morreu
Meu coração é novo
Meu coração é novo
E eu nem li o jornal
Nessa caverna, o convite é sempre igual
Oh! telefonista, se a distância já morreu
Independência ou morte
Descansa em berço forte
A paz na Terra amém” Feira Moderna – Lô Borges

 

Intertextualizei Ivan Lins - Daquilo que eu sei. Fotos: Google, Letra de músicas - vagalume.com e uma foto em preto e branco www.igc.sp.gov.br

Inspirado no texto " Da Calçada" de Monica Montone publicado em 17.04.09 aqui 

 

Escrito por marcelo amm às 22h14
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Conhaque_marcelo amm

 

Se bater a porta vá! – vá já disse vá!

Eu fico! – já disse que fico!

Fico com as folhas rasgadas, lembranças queimadas.

Esqueço rápido, juro – mentira.

Deixo a luz acesa como guia prá não ter medo.

Eu odeio mentira – não odeio.

Mudo a fechadura – mudo o mundo sim, eu juro!

Eu me cuido – juro que cuido!

Mas, não me peça isso é demais. Tirar o meu coração congelado no gelo vermelho cor de sangue – aí não tem jeito, deixo!  

Escrito por marcelo amm às 20h17
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Happy Easter_Feliz Páscoa

Sua mente é responsável pelo seu destino e seu ambiente porque tudo neste mundo é fruto da mente.

Seicho-no-iê_Masaharu  Tamiguchi

Escrito por marcelo amm às 09h58
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Um tempo para refletir

Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar

                        (gilberto Gil)

Fotos : Google

Escrito por marcelo amm às 21h41
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